POR UMA EDUCAÇÃO DO CAMPO ANTIRRACISTA: reflexões sobre a contribuição da formação docente
DOI:
https://doi.org/10.24065/re.v16i1.2874Palavras-chave:
Formação docente, Educação do campo antirracista, Lei nº 10.639/03Resumo
O presente artigo teve como objetivo analisar as contribuições da formação docente por uma educação do campo antirracista, identificando, especificamente, a implementação da Lei nº 10.639/03 na construção de uma educação antirracista, a partir das narrativas de professores de uma escola de educação do campo na região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina (SC). O caminho metodológico adotou questionários com perguntas abertas para a geração de fontes, utilizando o conceito de representação, de Roger Chartier (1991), como base para a análise e interpretação. As narrativas sinalizaram que os educadores acreditam que a formação docente, seja inicial ou continuada, contribui, em parte, para uma educação do campo antirracista, porém, revelam o não aprofundamento teórico acerca da Educação das Relações Étnico-Raciais e da Educação do Campo. Entende-se, nesse sentido, a fragilidade da formação de professores para a construção de escolas do campo antirracista no Vale do Itajaí (SC).
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